sábado, 4 de abril de 2009

Insônia uó...



Putz... tenho uma prova já já... passei o dia todo com sono e agora simplemente o sono passou! Tá certo que vou na prova só para fazer número... não peguei em um livro! Estou mais interessada na sessão de cinema que vou pegar depois da prova! Vou assistir o tal filme do "toco"... esse do livrinho aí de baixo! Uma amiga minha foi ver o filme e ficou arrasada... disse que chorou do começo ao fim... Não pq o filme é dramático, mas pq o filme é realista... do tipo... os caras são assim meeeesmo! Deve ser duro cair na real em pleno cinema. Mas é necessário. Amanhã vai ser a minha vez. Como já estou um pouco mais conformada pode ser que eu nem chore! Depois que assistir conto aqui!

Julieta Venegas e Marisa Monte

Faz algumas horas que descobri... assim como quem não quer nada uma música linda! Como sou muito curiosa fui atrás da interprete... e fiquei ainda mais surpresa com suas músicas. Tenho uma queda por músicas latinas, mas até hoje não tinha ouvido nada parecido com o que ouvi hoje. Uma suavidade... uma sensibilidade que me encantou já nas primeiras notas. Apresento aos que ainda não conhecem Julieta Venegas. Quem já ouviu tenho certeza que vai concordar comigo... os mais sensíveis vão amar... podem acreditar!

Neste exato momento estou ouvindo o Mestre Cartola.... mas só até o Cd de Julieta terminar de baixar.


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Sobre estar sozinho


"Sobre estar sozinho", de Flávio Gikovate

Sobre estar sozinho Flávio Gikovate*


Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca, hoje, é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência – e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.


Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo,também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.


O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando naera da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem dooutro, seja ela financeira ou moral.


A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.


A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro éúnico. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.


Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.


O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém: algumas vezes,você tem de aprender a perdoar a si mesmo…

ELE SIMPLESMENTE NÃO ESTÁ A FIM DE VOCÊ!

Genteeeee.....



Vou aproveitar que o filme "Ele não está tão a fim de você" estreou no cinema e vou postar o livro que baseou o filme.



Quando lí o livro constatei que as situaçãoes lá descritas são absolutamente verdadeiras. Confesso que fiquei um tanto quanto mais realista... Afinal nós mulheres temos a mania feia de inverntar mil desculpas esfarrapadas para o óbvio! Ele não me quer! Tudo em minha mente clareou...
Não faz muito tempo apliquei algumas coisinha que lí no livro... não corri atrás, não mandei mensagem, não me humilhei, pois, tenho muito claro em minha mente que ele não me quer! Mas... nem tudo é aplicavel... tive uma recaída... que já passou...
Voltei a realidade...
Sofri um pouco...
Mas...
Quem não sofre não é mesmo minha gente?!







Download do livro Ele Simplesmente não está a fim de você

NEWS...


Depois da tempestade vem a bonança?! Será... meu inferno acabou! Estou livre daquela praga. Estou em um novo setor onde fui muito bem recebida e já ganhei uma chefia! ÊÊÊ... e mais alguns R$ prá alegrar meu bolso! Depois disso pensei... Deus escreve certo por linhas muuuuuuito tortas. Há dois dias atrás eu estava em pânico por não saber qual seria o meu destino... e hoje parece que uma clamaria tomou conta de mim. Estou tranquila, vou poder trabalhar bastante, pois aqui tem muuuuuito trabalho! Não me sentirei mais uma exploradora do dinheiro do contribuinte... e ainda vou trabalhar em uma sala cheia de gente... Era isso que faltava pra mim... Gente, falando, contando piada, fazendo bolão da mega-sena e trabalhando horrores! Estou feliz... Aborrecimentos?! é claro que existirão, afinal ninguém vive uma lua-de-mel o tempo todo, mas dúvido que algo se compare ao que viví nesse último ano e meio!

terça-feira, 31 de março de 2009

A CULPA... parte 1

Culpa

Por detrás de nossas tristezas e frustrações, detrás da nossa insatisfação na vida, de nossos tédios e angústias está um sentimento. O mais arraigado em nosso comportamento e responsável por grandes sofrimentos psicológicos. Que é o sentimento de CULPA.O sentimento de culpa é um apego ao passado, é o arrependimento de alguém não ter sido como deveria ter sido. É uma tristeza por ter cometido algum erro que não deveria ter cometido. O núcleo do sentimento de culpa são estas palavras: “Não deveria”.
A culpa é a frustração entre a distância do que nós fomos e a imagem do que nós deveríamos ter sido. Nela consiste a base da autotortura.É como se dentro de nós se processasse um julgamento em que o eu ideal, imaginário é o juiz, e o eu real, humano é o réu. E como nosso pensamento nos exige algo impossível, nosso eu real nunca poderá atendê-lo. Este é um ponto fundamental. Na culpa nos dividimos em duas pessoas: Uma real, errada, má e ruim. A outra ideal, boa e certa. E que tortura a outra.
É como se dentro de nós processasse um julgamento em que o eu ideal, imaginário é o juiz, e o eu real, concreto, humano é o réu. O eu ideal sempre trás exigências impossíveis e perfeccionista. Assim, quando estamos atormentados pelo perfeccionismo, estamos absolutamente sem saída. E como nosso pensamento nos exige algo impossível. Nunca o nosso eu real poderá atende-lo. Este é um ponto fundamental.Muitas pessoas dedicam sua vida a tentar a concepção do que elas devem ser ao invés de se realizarem por si mesmas.
A diferença entre a auto-realização e a realização da imagem é muito grande. A maioria das pessoas vive apenas em função da imagem ideal e este é um instrumento fenomenal para se fazer o jogo do neurótico. A autotortura, o auto-aborrecimento, o auto-castigo a auto-punição. A culpa.Quanto maior for a expectativa a nosso respeito, quanto maior for o modelo perfeccionista de como deve ser a nossa vida, maior será o nosso sentimento e culpa.
A culpa é também a tristeza de não sermos perfeitos. É a tristeza de não sermos Deus. Por não sermos infalíveis. É um profundo sentimento de orgulho e onipotência. É uma incapacidade de lidar com o erro, com a imperfeição. É um desejo frustrado. É o contato direto com a realidade humana em contraste com as sua imperfeições perfeccionista, com seus pensamentos megalomaníacos a respeito de si mesmo.
O mais grave é que aprendemos o sentimento de culpa como virtude.A culpa sempre se esconde atrás da máscara do aperfeiçoamento como garantia de mudança. Mas nunca dá certo.Os erros dos quais nos culpamos são aqueles que menos corrigimos. A lista dos nossos pecados no confessionário é sempre a mesma.A culpa longe de nos proporcionar incentivo ao crescimento, faz-nos gastar energias numa lamentação interior por aquilo que já ocorreu, ao invés de gastarmos em novas coisas, novas ações e novos comportamentos.
continua....

será que há males que vem para o bem?

Oi gente... Hoje não é um dia muito bom pra mim! Ou de repente pode ser que a mudança de rumos profissionais esteja começando. Sou servidora pública... e a muito venho sofrendo com a insatisfação no trabalho. Acho que por puro preconceito meu... mas pra mim as coisas no mundo do serviço público deveriam ser bem pontuadas, assim como acontece nas empresas particulares. Duvido que em alguma empresa particular um homem com apenas a 4ª série seria chefe de uma penca de pessoas com nível superior... devidamente bem instruídas... que passaram por um longo e árduo processo de seleção.... Mas no servicço público do MDS essa prática é rotineira. Eu por exemplo... tenho um chefe que mal sabe escrever... falar então nem se fala. Nunca tinha tido este tipo de problema, pois quando eu era da "puliça" as ordens vinham de quem tinha competência e experiência para tal ofício. Todo esse texto é pra dizer que boa parte dos meus problemas atuais dizem respeito ao meu insalúbre local de trabalho. Passei alguns muitos dias de licença médica... e quando retorno... eis a minha surpresa!!!! Estou sendo transferida de local... pra onde vou? Não sei? o que vou realmente fazer??? sei lá??? Mas pelo menos espero não ter mais um chefe com a 4ª série para me dar ordens esdruxulas... Se estou feliz? Não sei... talvez um pouco aliviada por não precisar lidar mais com um ser dessa magnitude.