sábado, 10 de outubro de 2009

revista feminina = plano infalível do cebolinha.... kkkkk


Tem horas que penso que devia ter nascido homem! Tudo muito mais fácil e prático... mas essa súbita vontade de ter vindo homem vai embora logo que penso em como é bom ser mulher... apesar de meio louca, complicada, sentimental... apesar da TPM, das regras mensais... e de todas aquelas coisas que só nós mulheres sabemos e sentimos... ser mulher é felomenal....


Mas esse pensamento doido me veio à cabeça porque curiosamente voltei no site Papo de Homem e achei uma post muito bom! Daqueles difíceis de encontrar em sites absolutamente masculinos.... vou dar só um gostinho pra vcs terem noção do nível do post! Eu amei... olha só


"A revista feminina é, portanto, a sequência de planos infalíveis do Cebolinha: aqueles planos feitos para não dar certo, para que assim ele possa apanhar da Mônica (já foi provado aqui neste mesmo espaço que não há nada mais sexual que um tapinha – ou uma coelhada, de repente). E assim a mulher fica sempre na expectativa do que ela pode se tornar."

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

trabalha nega... trabalha...


Oiê...




Já é público e notório que estou trabalhando demais! De um jeito que desde que entrei no serviço público nunca havia trabalhado antes... para muitos esse simples fato pode ser desesperador, mas pra mim está sendo ótimo! estou súper feliz no setor da qual faço parte... Acho que tem pelo menos uns 2 anos e meio que não trabalho numa equipe tão legal! minha última boa experiência de trabalho tinha sido a "puliça"... Quando mudei de órgão parece que meu mundo tinha acabado.... mas como Deus sempre escreve certo por linhas muuuuito tortas... tive uma crise de pânico, fui praticamente expulsa do meu antigo setor... e acabei "caindo de paraquedas" num local maravilhoso... Meu dou bem com todos, tenho um nível de responsabilidade considerável... e pela primeira vez na vida tenho uma chefe que vai com a minha cara! Pode ser que com o passar dos anos eu tenha ficado um pouco mais madura e responsável profissionalmente e isso se reflete e no resto! Embora eu rale feito uma escrava... estou feliz da vida... e é isso que importa!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ele se acha.... kkkkkkkkkk



Tem homem que se acha!!! kkkkkk eu morro de rir! Não é o caso do distinto cidadão do post abaixo, pois este pela idade ainda é inseguro e não subiu a montanha pra se achar o rei... (por esse e outros motivos que ele é um fofo... ai ai... ). Mas... pelas andanças da vida, toda mulher sempre se depara um cidadão que jura de pés juntos que é O CARA... tipo... o gostoso, o lindo, o formoso, o educado... o bam bam bam... Lembrando-me hoje de uma figura dessas que passou por minha vida, fui em busca de "teorias" na net... e encontrei aqui uma teoria interessante... "ixspia" só....


Síndrome de Rei da Montanha


Sintomas clássicos:


- Nível mais alto de auto-confiança e satisfação geral com o estado das coisas (homens são mais felizes quando estão com uma mulher ao lado).


- Maior tendência ao desleixo, desde mijar fora do vaso até sair de casa usando aquelas roupas que vocês gostariam de ver queimadas.


- O nosso pênis sofre uma mutação e assume a forma de ouro puro a nossos olhos. Sendo assim, temos a plena convicção de que todas as mulheres do universo seriam mais felizes em cima dele.

- Certeza de que nada nem ninguém pode nos abalar, a não ser a nossa própria vontade divina de fazer com que algo dê errado.


A mulher que demonstre passividade diante dos sintomas preliminares vai estar correndo risco. Uma vez que a transformação esteja completa, é praticamente impossível fazer um Rei da montanha voltar a ser um Chimpanzé da Floresta (homem solteiro normal).


Para contrabalancear essa situação, você precisa deixar claro que a montanha está sujeita a intempéries e se ele não ficar de olho, a queda vai ser grande. Demonstre que é uma mulher independente, bem-resolvida, gostosa pra cacete e desejada por outros machos.


Não estou falando de dar uma de feminista pós-moderna que finge não precisar de homem nenhum pra viver. É o contrário, mostrar que aprecia seu homem e espera ser tratada como uma princesa, caso contrário, há uma multidão na fila.



Você conhece algum rapaz com essa síndrome??? Eu conheço um bocado... kkkkkkkkk


raiva de mim...



A letra dessa música diz tudo... tudo mesmo! Estou com raiva de mim mais uma vez! Por ceder... por não conseguir controlar o que poderia ser perfeitamente controlado. Fiquei um bom tempo assim... sem sentir nada... mas é muito fácil não sentir nada quando não se vê... não se tem notícias... Quando a outra parte simplesmente começa a forçar uma amizade... que pra mim é praticamente irresistível, fico assim... fraca emocionalmente! Volta tudo o que estava adormecido... Saí da minha zona de conforto... e definitivamente não gosto disso! Não gosto de não ter o controle... Afff... tô com ódio de mim, por sentir tudo o que está escrito logo aí em baixo!


"Vai sim, vai ser sempre assim

A sua falta vai me incomodar,

E quando eu não agüentar mais

Vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.



Vai sim, vai ser sempre assim,

Um pra cada lado, como você quis

E eu vou me acostumar,

Quem sabe até gostar de mim.



Mesmo que eu tenha que mudar

Móveis e lembranças do lugar,

O meu olhar ainda vê o seu

Me devorando bem devagar.



Vem, que eu ainda quero, vem.

Quando menos espero a saudade vem

E me dá essa vontade, vem

Que eu ainda sinto frio

Sem você é tudo tão vazio



Vem me dar essa vontade,

Vem que esse amor ainda é meu.

Troco todos os meus planos por um beijo seu

E essa noite pode terminar bem."

i want it


Quero ficar no teu corpo feito tatuagem



Que é pra te dar coragem



Pra seguir viagem



Quando a noite vem



E também pra me perpetuar em tua escrava



Que você pega, esfrega, nega



Mas não lava



Chico Buarque


Todo mundo é passível a recaídas na vida.... não é mesmo minha gente?????
Um dia eu aprendo....

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

putz...


Hoje terminei de assistir o filme "ELE SIMPLESMENTE NÃO ESTÁ A FIM DE VOCÊ".... Achei o filme fraco, embora muitas das atitudes alí colocadas sejam perfeitamente reais... Quem de nós já não esperou loucamente uma ligação que nunca aconteceu????? quem já não pensou que o problema por ele não ter ligado fosse o SEU telefone... e não a simples falta de interesse do cidadão???? Quem já não foi traída e perdoou um 'cafa' filho da mãe??? Quem já não "usou" de estepe um carinha que dá a entender que gosta de vc... quando na verdade vc está cagando um kilo pra ele e só pensa no carinha que te deu um toco daqueles???? Apesar de atitudes absolutamente normais... vendo a coisa "de fora" só pude concluir que ainda sou uma verdadeira idiota! Daquelas... que embora diga que não está nem aí.... bem lá no fundo... se importa! Afff... QUE ÓDIO DE MIM!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

ai ai... só posso rir!


Oláaaaa....




Todos temos amigos engraçados, tristes, felizes e loucos... mas eu garanto que como os meus é coisa rara de se ver! A mais nova de uma amiga minha é que eu estou apaixonada pelo meu amigo gay. Não sei de onde ela tirou isso... Mas vindo da mente fértil dessa minha amiga... tudo é possível. Tenho um carinho muito grande por esse meu amigo, conversamos muito, ele cansou de dormir aqui em casa e tudo e tal (o "tudo e tal" é dialeto de uma outra amiga), mas daí a eu estar apaixonada por ele tem um abismo enooooorme que definitivamente não cabe! Quem me conhece sabe que gosto de machoooo daqueles, brutos... coisa xucra mesmo (é exagero tá... educação é sempre bem vida). Na verdade ela acha eu eu vou fazer com que ele deixe de ser gay... kkkkkkkkkkkkkkkk acho tudo muito engraçado... e com certeza um dia minha amiga doidinha cairá na real e ainda vamos rir muito disso... eu eu meu amigo gay já rolamos de rir horrores nas mesas de bar por aí....mas ela ainda acredita na "salvação"! Afff
De qualquer forma... vou explicando pra ela com muito carinho que o que into por meu amigo... é só, única e exclusivamente amizade... quem sabe um dia ele entende!

domingo, 4 de outubro de 2009

Pensar é Transgredir - Lya Luft


PENSAR É TRANSGREDIR...


Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.


Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.


Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"


O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação. Sem ter programado, a gente pára pra pensar.


Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.


Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.


Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.


Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.


Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.


Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.


Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado. Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.


Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.


Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.